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A luz no fim do túnel

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Frustração

Olá pessoal!

Como sabem, pelo menos os que me seguem, decidi viver cada dia por vez; cada dia será como o último, com moderações é calro.
Ontem, infelizmente, me frustrei por não ter conseguido ajudar uma amiga.
Enquanto estava com ela, em um Barzinho tradicional de Porto Alegre, me vi impotente e incompetente como amiga.
Escutei seu desabafo atentamente, as vezes interferia, mas logo me calava, pois como disse não soube responder à altura daquele momento doloroso relatado por ela.
Para piorar esqueci meus óculos, o que fez de mim uma pessoa deficiente e, com muita dificuldade de olhar bem para os olhos dela, pois sem meus óculos ela era um grande borrão à minha frente.
Escutá-la também estava muito difícil, era um assunto um tanto particular, mas o som do telão combinado ao de todas as pessoas que estavam a nossa volta, exigia um certo timbre exagerado de voz, um verdadeiro horror e uma certa exposição.
Percebi que não estava legal, foi quando indiquei um prato tradiconal do Bar, no que ela consentiu imediatamente. Felizmente foi servido rapidamente, porém, com um agravante, nunca comemos um camarão tão salgado em nossas vidas.
Eu não consegui comer, afastei o prato. Mas ela, por gentileza total, ou por raiva, comeu tudo.
Bem, depois disso e, depois de ter dado por incerrada a experiência de sair de casa para desabafar com uma amiga o seu problema, ela não aceitou que a levasse em casa, preferiu voltar de ônibus.
Foi ou não foi um dia difícil?
Acho que para ela foi pior.

Abraço fraterno.

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