Bom falar de cultura, em especial de literatura, mais especialmente Feira do Livro.
56ª Feira do Livro, literatura regional, patrono, Paixão Côrtes.
Uma homenagem louvável, afinal ser homenageado em vida é sempre melhor não é mesmo?
Mas Paixão reporta a tradicionalismo, é claro que contribuiu, literariamente, junto com Barbosa Lessa, na literatura tradicionalista, como Manual de Danças Gauchas(1956).Lá se vão 54 anos.
Juremir Machado da Silva, Luís Augusto da Silva e Jane Tutikian, os três outros patronáveis, todos memoráveis, ficaram no palito.
Desculpem-me se não concordam com meu posicionamento, mas acho lastimável, que mais uma vez, Juremir Machado da Silva, (amigo pessoal de Edgar Morin), esteja fadado a ficar pendurado no palito mais uma vez.
Não me conformo. Além da cultura invejável, o homem foi um dos articuladores para a vinda de Edgar Morin, para conferenciar no Fronteiras do Pensamento, na edição passada. Caraca, Juremir poder ter aquele jeito exibido dele, mas acho que é para se proteger da mediucridade alheia. Seja fime professor Juremir, não sou, infelizmente, sua amiga pessoal, mas sua seguidora intelectual, sempre. E viva Edgar Morin.
A pergunta que não quer calar: Manual de Dança, estátua e matraca, já não são suficiente, precisava ser patrono?
Abraço fraterno
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