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A luz no fim do túnel

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Patrono

Bom falar de cultura, em especial de literatura, mais especialmente Feira do Livro.
56ª Feira do Livro, literatura regional, patrono, Paixão Côrtes.
Uma homenagem louvável, afinal ser homenageado em vida é sempre melhor não é mesmo?
Mas Paixão reporta a tradicionalismo, é claro que contribuiu, literariamente, junto com Barbosa Lessa, na literatura tradicionalista, como Manual de Danças Gauchas(1956).Lá se vão 54 anos.
Juremir Machado da Silva, Luís Augusto da Silva e Jane Tutikian, os três outros patronáveis, todos memoráveis, ficaram no palito.
Desculpem-me se não concordam com meu posicionamento, mas acho lastimável, que mais uma vez, Juremir Machado da Silva, (amigo pessoal de Edgar Morin), esteja fadado a ficar pendurado no palito mais uma vez.
Não me conformo. Além da cultura invejável, o homem foi um dos articuladores para a vinda de Edgar Morin, para conferenciar no Fronteiras do Pensamento, na edição passada. Caraca, Juremir poder ter aquele jeito exibido dele, mas acho que é para se proteger da mediucridade alheia. Seja fime professor Juremir, não sou, infelizmente, sua amiga pessoal, mas sua seguidora intelectual, sempre. E viva Edgar Morin.
A pergunta que não quer calar:   Manual de Dança, estátua e matraca, já não são suficiente, precisava ser patrono?


Abraço fraterno

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