FreeCotton

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A luz no fim do túnel

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

As dificuldades

Não queria falar de dificuldades, justo agora, no final do ano.

Elas existem sempre, então, por que não falar?
A própria natureza passou e vai passar por muitas dificuldades, por uma única razão, os seres humanos.

Nós criamos as dificuldades, nós somos os responsáveis.
Se sofremos, se sorrimos, tudo acontece por nossas escolhas.

É verdade, já escrevi em outro "post" sobre a facilidade de culparmos os outros, por nossas ações.

Mas a culpa é toda nossa, nós somos os atores de nossa história. E se é difícil pra nós, é difícil pra todo mundo.

Mas então, se nós somos os atores de nossa história, por que a tornamos tão difícil?

Pense sobre isso para o próximo ano.
As dificuldades existem sim, mas, depende de nossas escolhas se vamos sorrir ou chorar.

Eu preciso sorrir, já chorei muito.

Abraço Fraterno!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Cada um é o que é

Acabei de aprender uma coisa fantástica.
Li no Blog da minha prima que:
-as pessoas não fazem nada, elas apenas são o que são.
Fantástico isso.

Querer colocar a culpa de nossos infortúnios nos outros, idealizar relacionamentos, comportamentos, sei lá mais o quê, não nos leva à nada.

Tudo que acontece comigo, sou eu quem faço, ou deixo de fazer, mas é o resultado de minhas ações.

Estou muito mexida hoje. Já chorei pelo próximo ano, inteiro.
A umidade relativa do ar, sofreu fortes alterações, tal a minha cabeça quente e a precipitação pluviométrica das minhas lágrimas.
Agora deu.

Quero fechar este ciclo, quero perceber todos os meu atos, com muita clareza, para não ter que jogar sobre os ombros dos outros as minhas frustrações.

Feliz Nova Idade para mim, Feliz novo Ano.
Que eu possa sustentar o meu crescimento e, saber que cada um é o que é.

Abraço Fraterno!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Inveja boa

Inveja boa!
Alguém aí já ouviu isso?
- olha, não é por mal, é só uma inveja boa!

Tá louco, não existe isso, não existe a inveja boa. Existe sim é um desejo bárbaro, de alguém, que está querendo muito o que é de outrem e, tem a cara de pau de falar, o que ao meu ver, o torna mais perigoso aínda, pois demosntra não ter escrúpulo nenhum.

Inveja é terrível, gente.
Inveja é um sentimento tão terrível, mas tão terrível que é capaz de atrasar a nossa vida.
É sério, é uma coisa tão ruim, que se não temos força interior, cabeça boa, corpo fechado, destroi tudo.

Mas por quê?
Não precisa ter este sentimento, não precisa querer o que não é seu, o que o outro batalhou para conseguir, ou até nem veio por batalha, mas veio por merecimento.

Deixem a vida no seu curso normal, vão procurar seus caminhos e não digam que é uma "inveja boa" o que vocês sentem, pois isso não existe.


Abraço Fraterno!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Equívoco

E não é que as coisas aconteceram!
Eu já sabia disso, mas não sabia o final.
Por falar em final, a palavra cai como uma luva. Qual palavra? Final.

Estudamos tantos anos, e felizes de nós, que conseguimos estudar, para no decorrer da nossa história, nos surpreendermos com uma única matéria, a vida.

Nem matemática, nem história, nem geografia, o que precisamos saber mesmo é como levar a vida. 
Meu pai já dizia que eu não sabia levar a vida, que eu não tinha jogo de cintura.

Ta aí uma coisa que posso agregar a este post, a dança, o jogo de cintura. Não sei fazer, acho que sou muito dura. Em todos os sentido, principalmente comigo.

Mas para não perder o foco, quero voltar ao final, até porque, quero finalizar este post dizendo, claramente, que as coisas que eu estava prevendo, aconteceram sim, e da pior forma, foi muito difícil, foi duro aceitar, mas acho que dancei.

Bem, tentei agregar aqui, com um pseudo jogo de cintura, a constatação de um final.

É isso aí, nada mais do que isso.

Abraço Fraterno.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Será?

Confusão na área!
Turbilhão de pensamentos, de possibilidades, de emoções.

Já sei que estão acontecendos coisas, que algumas coisas mudaram, que situações novas estão por vir. Sei também que as coisas podem ser bem ruins pra mim, mas, também podem ser maravilhosas.

No moneto, gostaria de ter uma lâmpada de Aladin, assim poderia fazer três pedidos, e as coisas se resolveriam. Mas não tenho nem a lâmpada, nem o Aladin.

Será que é chegada a hora de agir, oua ainda é cedo? Será que as coisas que estão acontecendo, são só um acaso, ou as coisas estão bem na minha cara e eu não estou sabendo lidar com isso?

Será que eu quero mesmo isso, ou isso nem está acontecendo? 
Os sentimentos, são um sonho apenas, ou eles existem e estão mexendo comigo? 

Será?

Abraço Fraterno!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Motivo maior

Báh, que demora, que desconforto, que chatice!
Ficar nas mãos de empresas incapazes de resolver, prontamente, os problemas básicos de informática, acho que essa palavra já está ultrapassada, mas enfim, ficar sem acesso à internet, às redes sociais,  é o fim.

Não acha que seja tanto assim?

Pode até não ser, se o uso do com putador estiver limitado às redes sociais, mas, no caso daqueles que, como eu, trabalham com isso. Que necessitam da internet para a execução de suas tarefas diárias, penso que seja fundamental.
Posso afirmar que é um caos.

Eu, da minha casa, com minhas idéias, com o cenário pré montado, com a máquina pronta para fotografar a sequência das estórias do meu blog, me vejo limitada à competência da empresa, na qual depositei minha confiança e minhas cédulas, pois não é pouco o que me cobram, mensalmente, para eu dispostor de mais esse serviço terceirizado do mundo virtual.

Fico muito preocupada com a freqüência das postagens em meu blog. Todos meus leitores já sabem que sempre encontrarão, de segunda à sexta-feira meus textos. Que só não posto sábado e domingo, aí a pessoa vai até lá, abre o site do blog e, encontra a mesma estória do outro dia!?
Não pode.  Perde a graça. Perde o comprometimento e, por fim, perde o vínculo comigo, com meu blog.

Por isso, mais uma vez estou a pedir desculpas a todos vocês. A ausência de novo texto no meu blog, se deu por motivo maior, ou seja, pela maior falta de competência do meu provedor.

Abraço Fraterno :.

Problemas técnicos

 Desculpas caríssimos leitores, seguidores e amigos, por problemas técnicos, nãoa estou conseguindo postar o Blog. Acredito que consgiga resolvero problema logo e, amanhã estarei novamente.

sábado, 19 de novembro de 2011

A vida!

O dia está especial mesmo, preparado para ser o palco de nossos shows.
Acho que ele está sempre preparado, nós é que não sabemos representar sempre, ou será que sempre representamos?

Espera aí, vou coordenar este posicionamento, caso contrário, acabarei fugindo do foco.
O que eu estou querendo dizer é o seguinte:
-os dias, com sol, com chuva ou com vento ou seja lá como for, são nossos palcos diários, à nossa disposição, com iluminação própria.

 Isso mesmo, o Diretor de fotografia, de som, é sempre o mesmo, Deus. Já o Diretor de figurino e maquiagem, somos nós, ah tem também mais uma atribuição que é nossa, a de efeitos especiais. O resto, ele nos proporciona, a cada dia.  
Horário? Ah isso é o mais democrático possível, cada um faz o seu.

O nome do espetáculo?

A vida!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Bem disposta

Ops, acordei cedo hoje, e bem disposta.
Será que tenho muitas coisas para fazer? Não sei, não lembro de coisas especiais, mas então, estou ansiosa por quê?
Já sei, vou fazer um café maravilhoso pra mim.

Mas o que significa um café maravilhoso?
Simples.
Um café com as coisas que eu gosto, tomando bem calmamente, olhando minhas plantas, admirando a vista maravilhosa, e curtindo o SOL.

Agora sim, posso começar o dia bem, ah e a ansiedade eu descobri; estava ansiosa para viver mais este dia, com tudo de bom que ele pode me dar e com a certeza de que, vivo cada minuto, com a intensidade necessária para ser feliz.

Bom dia!

Abraço Fraterno.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Acordei confusa

O que fazer quando temos uma coisa muito importante para ser tratada, ou melhor, para ser discutida? Mas uma coisa que queríamos muito e que começa a contecer, ou será que é só impressão? Não importa, o que importa é a tal coisa, ela está acontecendo e, não sei mais se está, ou é a minha cabeça que quer que aconteça.

Bom, a verdade é que tem coisas, momentos, que esperamos muito, mas muito mesmo, que aconteçam e, com o passar dos anos, não sabemos definir o real do sonho. Tá confuso né?

Desculpa, acho que acordei muito confusa, deve ser o sonho que tive, ou talvez, o desejo de que algo acontecesse. Ai, sei não, acho melhor falarmos amanhã.

De todo, não preciso resolver nada hoje, posso deixar pra depois.

Abraço fraterno

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Padaria

Poxa, mais uma vez acordei tarde, por mim tudo bem, então tá tudo certo.
Tomei só um cafézinho preto. Postei meu blog do Sapo Zig Meiudo, mas, isto não tá bom.

Padaria, isso, vou até a padaria tomar o café do jeito que eu gosto, é bem na frente do prédio.

Meia taça de café com leite e um cacetinho prensado, com manteiga e queijo. Nossa, tudo de bom!
Mesinhas espalhadas pelo estabelecimento, a decoração bem de acordo, espaço lá fora para os fumantes, jornais e revistas a disposição dos clientes, e todas aquelas gostosuras expostas, para deleite de nossos desejos.

Sentei-me a mesa, a de sempre, adoro isso, ficar sempre na mesma mesa. Os atendentes já me conhecem.
Alguns clientes, conhecidos, me cumprimentam e dividem opiniões sobre as noticias do dia, somos quase uma família, só que muito melhor, afinal, não interferimos na vida uns dos outros.

Política, a bola da vez hoje é política, os ânimos ficam exaltados, alguns clientes com um exemplar de jornal  falam sobre as mesmas coisas, repetem opiniões, reclamam do Governo, atribuem culpas e absolvem
participantes do cenário político, afinal, estamos na nossa Padaria.

Chegou meu café, afasto o jornal, aproximo meu pãozinho com queijo e começo a me deliciar com esta refeição. Agora estou fora, a única coisa que interessa é curtir e matar minha fome. Afinal esse era o propósito maior, comer.

Mas que é bom tomar café na Padaria, na companhia de clientes e, alguns amigos, isso é.

Abraço Fraterno!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Momentos

Estava pensando na importância dos momentos. Isso significa pensar na vida, pois para mim, a vida é o momento.Não pensava assim, este pensar veio modificando-se com o passar dos anos. E bota passar nisso.

A magia da minha vida, logo, do momento, está na percepção deste momento e na importância que dou a ele.

Todos a minha volta, quase todos, pelo menos os que ainda trabalham, ficam torcendo por um feriado, para prolongarem momentos especiais. Preparam-se psicologicamente e monetariamente para curtir cada momento desse feriado. Para onde vão, com quem vão, o que vão fazer, se o tempo estará bom e, mais uma infinidade de proposições para o que virá.

Tem também aqueles que esperam a chegada do feriado para aproveitar a cidade, que ficará mais tranquila, mais silenciosa, mais limpa, mais...
No fundo, todas as possibilidades estão no futuro, será, estará, poderá,...

Não sei se estou me fazendo entender, mas acho que com o passar dos anos, pelo menos dos meus, estou preocupada com o momento atual, o aqui e o agora, até porque, não sei do próximo momento, não sei nada, mas, estou vivendo assim nos últimos tempos.

Fuga?
Acho que não, acho que seria fuga se eu estivesse pensando no feriado que está por vir, na viagem que farei no futuro, esquecendo do meu momento atual, portanto, na vida.

Estou vivendo assim, sem relógio, sem calendário, sem planos. Sei que fica fácil, para uma aposentada que sou, mas que já trabalhou 35 anos, contribuindo para o crescimento de um país corrupto, sem ter-se corrompido. Que já procurou o conhecimento, nos bancos universitários, e só parou quando encontrou a verdadeira paixão pelo o que estava absorvendo, a ciência política. Que já teve amores plenos, pois jamais se permitiria amar pela metade. Esta é minha vida, feita de momentos.

Um feriado, mesmo que seja um feriadão, não muda minha vida em nada. O que muda é um sorriso, uma ligação, uma refeição gostosa (churrasco...), um abraço apertado, um beijo, um carinho, um amor. 
Ah um amor! (que feriadão, que nada)

Abraço Fraterno!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Feriadão

Que feriadão ralado.
Pelo menos para aqueles que pensaram em pegar uma praia, um sol, uma caminhada, essas coisas que movem as pessoas. Coisas que fazem um ser humano sair de sua casa, de seu conforto, para pegar uma estrada congestionada com milhares de carros enfileirados, e quando chegam ao seu destino, o sol brinca de esconde-esconde.

Será que alguém ainda chega com espírito de brincadeira, de esconde-esconde com o sol?
Não adianta, ele vai ficar escondido mesmo, e de quebra, pediu ajuda para um forte aliado , o vento, para brincarem juntos.

Não entrei na brincadeira, preferi ficar aqui, com meus sonhos, meus pesadelos e minha enorme vontade de ser feliz, aqui e agora.

Abraço fraterno!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Como é bom termos amigos

Estava admirando a vida, aqui da minha janela.
Me dei conta do mundo lá fora, das casas, dos prédios, dos carros, dos bichos, cães, gatos, passaros...

...doeu meu braço, acho que pelo tempo que fiquei na janela, olhei pra dentro do meu apartamento, para os móveis, para o quadro, estranho, não tenho nada pendurado nas minhas paredes, além de um único quadro. Único mas muito especial, foi pintado pelo meu irmão, tem destaque na minha sala, ou seria sela?

Acho que me senti, hoje, como um grande pássaro em sua gaiola. Senti medo, afinal tenho um gato que mora na minha gaiola. Mas tudo bem, ele me ama, eu o amo também, afago, alimento e somos amigos.

Como é bom termos amigos!

Abraço fraterno

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Compartilhar

Muitos dizem frases feitas, eu não quero fazer isso.
Outros dizem "compartilhar" isso eu tenho feito, mas no fundo também não queria.


As vezes eu acho que é mais fácil pegar um texto pronto e colar. Mas e eu, e o meu trabalho, o meu ato de escrever, de pensar, de expressar!?


Não estão entendendo nada? É simples, estou perdendo uma tia muito querida, muito especial. Continuam sem entender? Eu entendo vocês, não fiz uma prévia sobre o que eu queria escrever, saí largando as letras, sem preocupação nenhuma. É que quando a perda está iminente perdemos, um pouco ou quase todo, os cuidados, pra não dizer os limites.


Antes da morte da minha minha mãe, já quase nos últimos dias, um homem que eu nem conhecia, nem ele a mim, começou a me ajudar à distância. Ele ligava do Rio de Janeiro, e passava minutos, quase horas, me ajudando com seu conhecimento espírita, a me preparar para a perda. Falava muitas coisas, me acalmava e me deixava centrada, ciente do que estava acontecendo e do que iria acontecer.


De todas as coisas que ele me disse uma foi mais marcante:
- a perda, não é só uma perda, ela traz junto de si muitos ganhos, e só o tempo poderá mostrar isso pra ti.


Ele é meu amigo até hoje, depois nos conhecemos aqui em Porto Alegre, na casa de uma amiga muito querida, a mesma que havia dado o número do meu telefone para ele me ligar.
Nesse encontro, pude sorrir e dizer a ele do quanto estava com a razão ao ter-me dito aquilo.


Hoje, passados 15 anos da morte da minha mãe, me deparo com a proximidade da morte desta tia querida, e queria muito passar este ensinamento aos mais próximos dela, que estão chorando, sofrendo cada vez mais, a cada dia que passa.


Saibam aceitar este momento, pois dele virá também muito ganhos.
E virá, com certeza.


Abraço Fraterno

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Quero escrever um conto.

Olha só a minha mais nova ideia: quero escrever um conto!
Estou procurando, na Internete a melhor maneira para fazer isso.
Ler bastante, gostar de escrever, e aí chegou o problema maior. Eu gosto muito de escrever, mas verificar a ortografia, eis aí um problema. Bem vou recorrer ao Word Ofice.
Pronto, não tenho mais nenhum problema, é só começar.
Me aguardem.
Ah, se alguém quiser me ajudar, é so se manifestar.

Abraço fraterno!

sábado, 6 de agosto de 2011

À sombra


Olá amigos queridos, resolvi retomar o Blog. Escrevi 100 posts neste Blog e parei.
Os motivos, fora muitos, mas não deixei jamais de pensar nos leitores e amigos que aqui deixei.
Agora, no dia 28 de agosto próximo, completa um ano deste Blog. Tenho a convicção de ter sido observada, acompanhada e até analisada pelos leitores e amigos, mas sempre com uma certa distância.
Meu outro Blog, o www.sapozigmeiudo.blogspot.com me aproximou mais dos leitores e amigos, mas nem por isso esqueci de vocês.
Agora, retomando, vou deixar de ficar à sombra dos meus sonhos, estarei à frente dos meus propósitos e partilharei com vocês meus próximos posts.

Abraço fraterno a todos.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Que amor é esse?

Olá pessoal!

Que amor é esse que mexe tanto com as pessoas?
Mexe com a vaidade, tanto que procuram vestir-se especialmente para ele.
Não é só isso não, adoram mostrar a todos que o amam, que são capazes de sofrer por ele, que aconteça o que aconteçer nunca o trairão.
Quando tudo dá certo então, nossa, é uma alegria indescritivel.
Em algumas vezes eles se decepcionam, mesmo assim manteem o mesmo amor incondicional. Para falar a verdade, acredito que em algumas vezes pensam em trocá-lo. Pensam, mas não conseguem, não conseguiriam. Não sei o que é, mas é muito forte, é um caso de estudo eu acho.
Adoram saber que milhares de pessoas também o amam e, quanto mais isso acontece, mais se emocionam e ficam felizes.
Queria entender o amor por um time de futebol.
Que amor é esse, que mesmo depois de toda torcida, de toda a força emanada dos corações, de todo esforço dos treinadores e técnicos, o seu time perde o Campeonato, dentro de casa, e mesmo assim não trocam de time.
Que amor é esse?

Abraço fraterno.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Encontro casual

Olá pessoal!

Sabem o significado de um encontro casual?
É, um encontro não programado, não arranjado, casual mesmo, sabem?
Muitos de vocês poderão dizer que é muito complexo, que pode ter vários significados, mas, na verdade, um encontro casual reporta sempre ao fator surpresa.
Pois é, surpresa.
Ontem fui pega de surpresa, tive um encontro casual.
Minha sobrinha compareceu a um encontro que eu havia marcado com outra pessoa.
Ela não sabe o quanto fiquei feliz, como aproveitei aquele momento para estar perto dela. A observava de soslaio, assim meio de ladinho, para não demonstrar que estava a observá-la.
Só eu sei o valor desse encontro casual. Ainda teve a bonificação de um convite para jantarmos juntas.
Fomos a amiga dela e eu, foi bom de mais.

Abraço fraterno

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Lugares maravilhosos

Olá Pessoal!

Eu estive nesse lugar maravilhoso.
Viajar, como eu disse no post anterior é tudo de bom.
Imaginem que saí com um destino, e depois surgiu a oportunidade de conhecer esse lugar lindíssimo.
Esse é um lance de uma escadaria, que nos leva até a uma gruta, a de Nossa Senhora de Lourdes; localizada no município de Doutor Ricardo, próximo do município de Ilópolis-RS, no Vale do Taquari.
Tirei muitas fotos, queria registrar o quanto estamos desprovidos de políticas públicas sérias, que contemplem a riqueza do nosso Estado.
Se os políticos que escolhemos para representar-nos, ao menos se dessem ao trabalho de conhecer melhor nosso Estado e, não apenas procurassem novas formas de surrupiar os cofres públicos, possivelmente teríamos, um Estado forte, com um turismo efetivo.
O Vale do Taquari é rico em possibilidades turísticas. Em Ilópolis, por exemplo, existe um Lago e um Parque totalmente abandonados, que se bem trabalhados com uma infraestrura logística, seriam páreo para o Lago Negro de Gramado. Com um clima atraente, diria até mais do que Gramado, Ilópolis tem um povo hospitaleiro e trabalhador que, se agraciado com políticas sérias, poderia transformar-se em um novo polo turístico.
Em Doutor Ricardo, a Gruta de N.Srª de Lourdes, localizada no mesmo Vale, encravada nas rochas, encoberta por uma cachoeira maravilhosa é outra maravilha abandonada.
Políticos, mexam-se, respeitem nossos votos, valorizem nossos tesouros, antes que nos restem apenas os registros fotográficos.

Abraço fraterno. 

sábado, 7 de maio de 2011

Viajar

Olá pessoal!

Hoje vou viajar. Coisa pouca, pertinho, mas basta conjugar o verbo "v i a j a r", para ficar feliz.
Esta viagem também será registrada para as histórias do "carrinho vermelho".
Viajar invoca mudanças, e tudo que eu tenho buscado, nos últimos tempos, são mudanças.
O lugar para onde vou já é meu conhecido, as pessoas, algumas; mas o novo está a minha espera.
De certo, vou encontrar minha cachorrinha, a Dida, que fica lá, feliz por estar em um espaço com muito verde e outros cães, livre do apertamento de um apartamento.
Tem também pessoas que eu amo de coração, amigos que fiz e me orgulho muito de tê-los na minha história de vida.
De resto, tem o prazer de estar na estrada, olhando como é grande este mundão de Deus e, perceber o quanto somos pequenos na vastidão deste mundo.
Na volta falo das minhas alegrias.

Abraço fraterno.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

União estável

Olá pessoal!


Os noticiários de hoje, estão veiculando uma decisão importantíssima, para a sociedade brasileira.
Finalmente o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu, por unanimidade, nesta quinta-feira (5) a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar. Isso significa, na prática, que as regras que valem para relações estáveis entre heterosexuais serão aplicadas aos casais homosexuais.
Com a mudança, o Supremo cria um precedente a ser seguido por todas as instituições da administração pública.
O ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo, solicitou ao Congresso Nacional que regulamente as consequências da decisão do STF por meio de uma lei.
Não acredito nas propagandas mentirosas de termos um país desenvolvido, mas, que o nosso judiciário tem trabalhado em prol de um país mais justo, ah isso tem.
O precedente foi criado.
Agora, é esperar a Lei. 

Abraço fraterno.
* Por favaor, vote na enquete ao lado, gostaria de saber quem me lê. Obrigada.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Sobre amigos

Olá pessoal!

Hoje quero falar sobre amigos.
Poucos ou muitos, seletivos ou não, todos precisamos de amigos.
Penso que no trabalho conhecemos muitas pessoas, relacionamos-nos com muitos, temos afinidades com poucos e, nos tornamos amigos de raros.
Eu, na minha passagem funcional pela vida, trouxe poucos.
Não adianta fazer apologias sobre o que é relamente um amigo, porque a cada um de nós cabe uma definição sobre isso, mas, na verdade, no íntimo sabemos realmente quem é nosso amigo.
O que trago hoje, para discutir com vocês é especificamente o seguinte:
-será que estou sabendo ser amigo de alguém?
Coloco esta questão pelo seguinte fato. Sabemos exatamente o que queremos de nossos amigos, mas, será que estamos sabendo ser amigos de fato das pessoas que nos interessam?
Hoje acordei com esta questão.

Abraço fraterno.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Se foi

Olá pessoal!

Hoje o dia passou, e eu perdi a oportunidade de embarcar nele.
Não vou justificar com o velho jargão "o dia passou muito rápido hoje". Eu deixei passar. Se foi.
Me emocionei duas vezes hoje.
Com um relato de amizade e, com o carinho da nonna. Uma mulher de 92 anos, completamente lúcida, e que ao receber meu cumprimento pela passagem de seu aniversário, se emociona e diz: queria que tu estivesse aqui comigo agora.
Pensando bem, acho que o dia não passou em brancas núvens.
Ao contrário, é um dia muito importante.

Abraço fraterno.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Coisas que marcam

Olá pessoal!

Tem coisas que marcam muito a vida da gente.
Andando, por um Shopping da cidade, à procura de algumas coisas que precisava comprar, completamente desligada do povo a minha volta, fui abordada.
-e aí, se continuar te prendo, é a polícia.
Desvencilhei-me rapidamente e averiguei quem era.
Já aos risos, nos olhamos e nos abraçamos fortemente. Era um grande amigo, um irmão de verdade.
Depois de algumas trocas de elogios sinceros, tanto da minha parte como da dele, sentamos em um banco de corredor do Shopping para conversar.
Relembramos momentos muito significativos de nossas vidas, coisas que nos marcaram.
Me contou de um amigo nosso, muito importante também, que está passando por momentos difíceis, está muito doente.
Mas também contou coisas interessantes e mais amenas.
Falei da minha alegria por estar aposentada e de coisas que tenho feito ultimamente.
Marcamos um novo encontro, trocamos números de telefone, abraçamos-nos com ternura e carinho.
Vamos estreitar os laços de nossa amizade novamente, vamos tornar a nos vermos e, sem dúvida alguma,
partilhar coisas boas e ruins, afinal, amizade verdadeira é assim mesmo, pode passar anos, mas quando um precisa do outro, é só chamar.
Não precisa intimar, é só chegar e abraçar, o resto vem por força da amizade.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Naquele ano de 65

Olá pessoal!

Naquele ano de 65 as coisas começaram a mudar, eu tinha um carrinho, vermelho.
Meus amigos do prédio tinham aqueles carrinhos feitos com lata de azeite, as rodinhas eram feitas de madeira, a criatividade naqueles tempos era fantástica.
Começaram os problemas. Meu carrinho era de corda e eu não queria estragá-lo por nada. Mas o legal da brincadeira era, justamente, ter um carrinho que se pudesse puxar por uma cordinha. Todos brincavam felizes, mas eu, não queria destruir meu brinquedo novo.
E não o destrui, passei a ficar mais dentro de casa, brincando no tapete da sala, com aquele flamante carrinho vermelho.

Abraço fraterno.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Dezembro de 1965

Olá pessoal!


Um dos presentes mais desejados da minha vida, foi esse carrinho vermelho.
Meu aniversário, muito próximo do Natal, de certa forma, me causava uma euforia muito grande. Ganharia muitos presentes. Primeiro de aniversário e, depois, de Natal. Mas a vida me mostrou bem cedo que eu estava enganada. 
Lembro-me dos detalhes da noite anterior ao meu aniversário.
Meu pai colocou o presente sobre um banquinho, que ficava na sala do nosso apartamento. Da minha cama, conseguia observar a maravilha. Era grande, eu sabia do que se tratava, afinal, fora um promessa de meu pai; caso eu passasse com boas notas na escola, teria direito a ele. O carrinho vermelho. E lá estava ele.
Meu coração desparou, era tarde, precisava dormir, precisava sonhar, pela úlima vez, com aquele carrinho. 
Não consegui.
Quando meus pais foram dormir, levantei, sorrateiramente, fui pé por pé até a sala e, me abraçei naquele pacote, movimentei ele várias vezes, como que para descobrir detalhes do meu pesente. A alegria era tanta que cheguei a chorar, lá estava eu, abraçada naquele pacote, abraçada ao resultado de minha conquista, eu estudei muito para merecer aquele carrinho. Ganhara por merecimento.
Fui deitar, antes coloquei o pacote de volta no banquinho.
Fui sonhar com minha primeira conquista.

Abraço fraterno.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O carrinho vermelho

Olá pessoal!

Para fazer a minha viagem no tempo, não poderia deixar de mostrar o meu carrinho vermelho.
Este carrinho foi o protagonista dos meus primeiros contatos com as ferramentas da minha vida.
Explico.
Primeiro a paixão por carros. Adoooro, até hoje.
Depois, as vantagens e desvantagens de se ter um carro.
Estranho?
Nada, a sensação de poder aparece já lá na infância. Por incrível que pareça.
Vou tentar registrar aqui, minhas lembranças.
Vou viajar no tempo, conduzindo meu carrinho vermelho.
Ah, tenho lembranças anteriores ao carrinho vermelho, mas não sei se vou registrar isso também.
Como disse, anteriormente, esse processo é a busca de uma releitura da minha vida, de mim.
Apertem os cintos e boa viagem, vamos partir.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Releitura de mim

Olá pessoal!

Teremos uma semana inteira de sol, pelo menos é o que dizem os jornais.
Passei quatro dias em Taquara, sempre com chuva. Teve um diazinho de sol, mas, pensando bem, onde eu estava não importava o clima, ou as precipitações climáticas. Na verdade eu estava na minha casa, com meu gato e com meus pensamentos.
Entre uma coisa e outra fiz várias viagens ao passado. Direto do Túnel do Tempo.
Acho que irei registrar algumas estórias aqui, até mesmo para fazer uma releitura de mim. Acho que vai ser interessante.
Fiquem à vontade, para declinarem dessa viagem, mas, de qualquer forma, farei isso por mim.

Abraço Fraterno.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Coisas de feriadão

Olá pessoal!

Voltando do sítio.
Cansada, fiz horrores de coisas, mas feliz.
Fiquei de sexta até hoje, completamente só, meus pensamentos, meu tarô, algumas folhas de papel para registrar essa passagem, esse retiro.
No primeiro dia, totalmente sem rumo, sem saber exatamente o que eu estava fazendo lá.
Depois me organizei e passei a desfazer a mochila, as coisas do Bello (meu gato), as roupas de cama. Essas coisas que são necessárias.
Começou a chuver, mas chuva de verdade, a luz faltou, mas, sei exatamente onde coloco minhas coisas, tinha várias opções para a falta de luz. Lanterna, velas e um lampião, lindo, que ganhei de uma grande amiga.
Com isso, não tive problemas para seguir meu feriadão.

Abraço fraterno.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

O novo

Olá pessoal!

Ontem me permiti ao novo.
Fui a um encontro de pessoas onde, além de discutirmos sobre poesia, uma delas estava de aniversário.
Tinha dois motivos fortes para ir ao encontro. Poderia conhecer novas pessoas e, fortificaria amizades recentes. 
Para isso precisava tomar algumas providências.
Comprar um presente interessante, mais do que isso, um presente útil para a aniversariante que, de certa forma, provocou algumas mudanças em minha vida.
O novo sempre me provocou uma certa ansiedade.
Porém, antes do novo acontecer, me decepcionei com o velho, mais uma vez.
Simples assim, decepcionada.
Diante disso, fui de encontro ao novo, sem medo do choque, sem resistência alguma.
Talvez se tivesse ido ao encontro do novo, nada tivesse acontecido.
Pois bem, aconteceu.
O choque com o novo percorreu todo meu ser.   
Novas pessoas, novas idéias, novas leituras.
O novo estava diante de mim.
Encantadoramente novo.
Ah, antes que me esqueça de dizer, acertei o presente, foi um sucesso.

Abraço fraterno.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Estou voltando

Olá pessoal!


Passados alguns meses pensei em escrever novamente.
Estive olhando algumas fotos de viagens que fiz, me deparei com essa. Parei e percebi como esta foto se parece com uma pintura.
É linda esta foto, justamente por isso, do ângulo em que observei a árvare ao fundo, através dessa janela, 
parecia um tela a óleo, pintada pela natureza. Resolvi capturar.
Capturei uma coisa que parecia outra coisa, mas, que na verdade, era exatamente aquilo que eu estava vendo.
Através da lente da minha câmara fotográfica tenho conseguido capturar muitas coisas assim.
Explico.
Ultimamente tenho deixado minha câmara fotográfica me capturar, esta foto é o meu retrato.
A continuidade dessa foto, ou melhor dizer, a sequência dela sou eu também.
É isso, estou voltando.


Abraço fraterno. 

segunda-feira, 21 de março de 2011

As diferenças

Olá pessoal!

Os dias tem nos mostrado que as diferenças estão diminuindo sensivelmente. A isso soma-se o encanatamento de estar vivendo, mais de meio século, com todas esssa experiências e fenômenos. Eis o ponto. Não vou falar de fenômenos climáticos, nem de tragédias, que isso está estampado na mídia, com requintes de crueldade.
Quero falar do quanto aumenta o meu encantamento, quando posso assistir um um negro ser o presidente dos Estados Unidos, uma mulher sendo nossa presidente, casais gays podendo regularizar sua situação civil, deficientes físicos tendo direitos trabalhistas e mais um tanto de outras diferenças, sendo tratadas com respeito, nas ruas, nas escolas, nas cidades, nos países.
Ainda não é como deveria ser, mas, passaram a ser tratadas e estudadas, reconhecidas e discutidas em âmbito mundial.
Acho que nosso planeta não está aguentando tantos fenômenos, e como não sabe maifestar-se verbalmente, e nem poderia, está usando sua mais natural forma de expressão: fenômenos de toda ordem.
Salve-se quem puder.

Abraço fraterno. 

sexta-feira, 18 de março de 2011

Brincar de viver

Olá pessoal!

Ando meu descontente com minha atuação na vida.
É, é verdade.
As vezes acho que estou perdendo minutos preciosos, que sei, me arrependerei profundamente no futuro.
Mas lembro de que, não existe futuro, logo, meu arrependimento é presente, é real.
Não estou fazendo valer a prerrogativa da vida.
Mas também, busco na terapia a possibilidade do acerto de contas, entre mim e a criatura, o ser criado por Deus.
As vezes saio quebrada, destruida por me reconhecer naquela criatura, outras vezes saio satisfeita, com o dever cumprido, afinal, poucos tem o privilégio de ter um terapeuta, para acompanhar nosso crescimento, enquanto pessoas, com  ou sem problemas.
Mas volto a dizer, não estou satisfeita com a minha atuação.
Também não vou sair desesperada pela vida, querendo compensar o que já perdi, até por que, o que foi perdido, perdido está.
Mas queria eu, me encontrar comigo, em algum momento, em algum lugar, para podermos rir uma da outra e brincar de viver.
Seria um privilégio.

Abraço fraterno.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Temperança

Olá pessoal!

Tenho me sentido como uma camaleoa, que se associa ao que lhe é apresentado.
Uma associação positiva, até benevolente, eu diria, mas acima de tudo com a certeza de que, ainda necessito do apoio dos seres ao meu redor. Da vida no todo, com todas as suas matizes.
Diria até mais, diria que me encontro em um momento criativo, onde o mental reina sobre tudo aquilo que circula, que vai e volta, principalmente sobre as ideias.
Lembrei me disso, não por acaso, mas por ter dado, nos últimos dias, uma certa dedicação  ao conhecimento do Tarot.
A Temperança é uma carta iniciática, filosófica, que simboliza tamm a inteligência, a reflexão, os pensamentos e até a intuição.
Este é o momento em que me encontro.
Muito intuitiva, consciente do novo ciclo de minha vida, com muitas idéias e, acima de tudo, disposta a mudar, como uma camaleoa, pronta para o novo, o inusitado, a criação. 

Abraço fraterno.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Escolhas

Olá Pessoal!

Tenho observado, com um olhar mais atento, o rastro deixado pelas várias escolhas diárias.
Falo diárias, porque decidi, e aí vai mais uma escolha, viver e me preocupar com um dia de cada vez.
Sem dúvida nenhuma, pelo menos para mim, as escolhas são feitas de forma consciente ou inconsciente.
Bem, não quero me profundar, até por que não tenho conhecimento para transcorrer sob esse viés. Quero falar do rastro mesmo, aquele deixado pelas escolhas. Minhas escolhas, minhas decisões.
Escolhi falar das escolhas no campo profissional.
Hoje, já aposentada, fica bem mais fácil falar sobre os rastros deixados, afinal, já passado, tenho em minha vida, agora, o resultado das minhas escolhas, com todas as suas marcas.
Primeiro, através da escolha de meu pai, só poderia ser funcionária pública, nada mais seria permitido.
Seja feita a vossa vontade.
Até porque, ele bancou meus estudos e tudo o mais que eu precisasse, mas, teria que passar em um concurso público e, teria que esperar até os 21 anos de idade, para poder ingressar na carreira pública.
Me joguei de cabeça, tive sucesso, e hoje, já aposentada, agradeço muito a escolha de meu velho pai.
Obrigada meu Velho.

Abraço fraterno.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Sala de Espera

Olá pessoal!

Tive uma estranha experiência, na sala de espera de um consultório médico, nos últimos dias.
Algumas salas amplas, bem decoradas, belíssima iluminação, cafezinho com ou sem açucar, água, chá, revistas atuais, tudo para compensar a espera.
Outras nem tanto, sem decoração nenhuma, um ou outro quadro informativo, com fotos e gráficos coloridos, mostrando partes do corpo humano, salientando as possíveis molestias do nosso organismo.
Mas encontrei, em ambas, uma coisa em comum.
A mesma ladainha, das mal fadadas mazelas, adquiridas pela vida. Sem contar com a mesma reclamatória, a respeito da demora do médico.
Absorta, lendo uma revista velha, percebi que alguém sentou-se o meu lado. Pelo perfume e forma de sentar-se não tive dúvidas de que tratava-se de uma elegante mulher.
Segui minha leitura e, quase ao mesmo tempo, adentraram mais duas pessoas, que falavam alto e descompassadamente, sobre o médico. 
Uma usava muletas e a outra, carregava uma bolsa tão grande, que parecia uma mala.
É conveniente lembrar, que a sala em que nos encontrávamos, era daquelas bem pequenas, com um balcão bem escuro, já manchado pelo apoio de mãos e braços de pacientes, com uma péssima iluminação e, uma suposta "secretária" lixando as unhas e, mascando um miserável chiclet.
Eu já havia me identificado e aguardava minha vez de ser chamada.
A elegante mulher, que estava ao meu lado, acabara de encontrar, em sua bolsa, seus documentos e dirigiu-se ao balcão, para agilizar seu atendimento.
Nesse exato momento iniciou-se um verdadeiro desenrolar de desaforos, partidos é claro, da dupla que entrou por último na sala.
Parei minha leitura e observei o que estava acontecendo.
Descrédula, pois jamais imaginei que tal fato pudesse ocorrer, assisti a uma quase luta corporal, pois só não o foi, porque uma delas, a que usava muletas, fez bom uso do artefato e, com uma habilidade impressionante, quase deixou uma marca no rosto da elegante mulher, como o Zorro deixava um "Z" em seus algozes.
A que portava a grande bolsa, também a fez bater na pobre criatura perfumosa.
Eu, num salto habilidoso, pus-me a proteger-me, já fora da sala, enquanto a "secretária", totalmente alheia ao acontecido comunicou:
-senhoras, o doutor mandou avisar que não vem, pois está trancado no trânsito. Acho melhor voltarem amanhã.
As duas mulheres armadas, uma com as muletas e a outra com a enorme bolsa, dirigiram-se, com toda ira, à "secretária", descarregando desaforos, recheados de palavrões.
Eu agarrei o braço da elegante mulher e nos dirigimos, com toda a pressa do mundo ao elevador, onde já distante daquela quase guerra campal, rimos muito e fomos tomar um café.
Voltaremos outro dia, ou não.

Abraço fraterno.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Meu novo companheiro

Olá pessoal!


Hoje quero falar do meu mais novo companheiro.
Não foi por acaso que nos encontramos, já vem de um bom tempo que queríamos nos aproximar, mas, as experiências da adolecência nem sempre vingam, apenas nos experenciam. As vezes positivamente, outras vezes nem tanto.
Passada a adolecência nos percebemos mais aptos a fazer uma escolha melhor,  mas nem sempre conseguimos acertar. Talvez por que nos impõem, de alguma forma.
Quando estamos no segundo grau então, nossa, os colegas de aula exibem orgulhosos uma lista imensa de novas conquistas.
Mas quando estamos adultos, aí sim, nos tornamos exigentes, sabedores, mais ou menos, de nossos desejos, mas convictos de que, um bom companheiro faz toda a diferença.
Calma, vou revelar o meu  mais novo companheiro.
Ele é revelador, adoro o cheiro e a textura dele.
Poderia ser virtual, mas não gosto muito disso não. Gosto de tocar, de manusear, de deixá-lo ao meu alcance, onde, a qualquer momento, ele possa se revelar.
O meu mais novo companheiro é o LIVRO.
Esse, só sairá de perto de mim, se eu emprestar, caso contrário, estará sempre ao meu lado, me renovando os conhecimentos e, me permitindo viajar, junto dele, ou não, para a vida.


Abraço fraterno.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Silêncio

Olá pessoal!

Silêncio.
Tenho refletindo sobre o silêncio.
Tô cheia de dúvidas quanto a isso.
Como falo sempre que tudo é política, ficar em silêncio, sem dúvida, é também um ato político.
Neste blog mesmo, tenho silenciado. Não por opção, mas por condição.
Meu silêncio só não acontece com relação ao Zig.
SapoZigMeiudo, o outro blog que escrevo. Acho que o Zig é a minha face infantil, que não silenciou.
Quase um livro, talvez uma novela, que pretenção...
A verdade é que A Turma do Sapo Zig Meiudo tem sido a minha forma de expressão. No mais é só um silêncio atordoador.
Como dizia meu velho pai, a caminhada pela espiral deve estar me levando, novamente, para aqueles momentos de baixa estima, mas a caminhada continua, não vou parar.

Abraço fraterno.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Arroz, feijão e massa

Olá pessoal!

Ia falar das mazelas da vida, aquelas coisas de hospital lotado, falta de leitos, lama devastando cidades.
Mazelas, que deixam marcas infinitamente destrutivas.
Pensei , já é quase hora do almoço.
Fiquei em dúvida sobre parar, pois estou com fome, ou continuar o texto do dia.
Mas lembrei que quando vamos ao supermercado com fome, compramos mais do que precisamos e, se falar em tragédias agora, talvez eu aumente mais ainda, somando minha fome com a cadeira desconfortável em que me encontro.
Bem faço o quê?
-Oi mana, não quer almoçar comigo? - arroz, feijão e massa, tem carne também.
(Nem tudo está perdido, família é bom de mais).
-Tô indo.

Abraço fraterno.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Espiral

Olá pessoal!

Lembrando de meu velho pai, que já se foi, percebo o quanto era sábio em suas colocações sobre a vida.
Falávamos, certa vez, sobre experiências por ele já vividas, da ascendência natural de cada um em suas vidas.
Dizia-me ele:
-Pense na vida como uma grande mola, um grande espiral.
Pedi que explicasse melhor.
Ele disse:
-Se seguires tua vida como se estivesse em um grande espiral, vais passar cada estágio sempre em ascenção e, em cada volta que deres, não verás como um cruzamento, basta seguires o caminho natural, as curvas já estarão feitas. Não precisarás escolher à esquerda ou à direita. Não haverá cantos onde se acumularão resíduos, o planeta é redondo não por acaso, mas para o que não ficou resolvido voltar novamente. 
Consenti em silêncio e não retruquei, fiquei a pensar.
Talvez ele estivesse certo, não cheguei a discutir a opinião dele, mas por certo, ele foi um homem que andou dentro de um grande espiral.
Que Deus o tenha.

Abraço fraterno.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Revolta do Planeta

Olá pessoal!


Tô com um certo receio das mudanças climáticas e do mundo no todo.
Tô apavorada com os acontecimentos e, ao mesmo tempo, aliviada por não ter posto filhos no mundo.
Catástrofes constantes dão a impressão de revolta do universo.
Nem vou falar em política, por que todos sabemos que por trás disso também tem política.
Penso que, se o planeta está respondendo desta forma, violenta, é por conta das atrocidades praticadas pelos seus habitantes, que não tem educação, que é a base de tudo.
Mas, voltando ao meu receio, fico pensando de que forma ajudar efetivamente, sem me sentir como o pássaro que carrega no seu pequenino bico, uma gota para pagar o incêndio na floresta.
Quero mais, quero mudanças efetivas.
Reciclo meu lixo, controlo o gasto com a água, não jogo lixo e garrafas pet na rua, etecetera.
Mas não temos educação.
Seria utópico falar em educação quando as pessoas não tem habitação, comida, saúde.
Ai, ai, ai, caí no papo de política.
Mas também, que droga, os governos não executam a sua parte, querem só dividir a receita para conchavos, engordando suas contas bancárias, aumentando seu salários e rindo de nós.
Penso que estamos muito próximos do fim.
A revolta dos pequenos, que são em maior número, junto à revolta do planeta, que é infinitamente maior, dará no salve-se quem puder.
A lei da natureza prevalecerá e, somente os fortes sobreviverão.
Utópico?
Penso que não.


Abraço fraterno.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Frustração

Olá pessoal!

Como sabem, pelo menos os que me seguem, decidi viver cada dia por vez; cada dia será como o último, com moderações é calro.
Ontem, infelizmente, me frustrei por não ter conseguido ajudar uma amiga.
Enquanto estava com ela, em um Barzinho tradicional de Porto Alegre, me vi impotente e incompetente como amiga.
Escutei seu desabafo atentamente, as vezes interferia, mas logo me calava, pois como disse não soube responder à altura daquele momento doloroso relatado por ela.
Para piorar esqueci meus óculos, o que fez de mim uma pessoa deficiente e, com muita dificuldade de olhar bem para os olhos dela, pois sem meus óculos ela era um grande borrão à minha frente.
Escutá-la também estava muito difícil, era um assunto um tanto particular, mas o som do telão combinado ao de todas as pessoas que estavam a nossa volta, exigia um certo timbre exagerado de voz, um verdadeiro horror e uma certa exposição.
Percebi que não estava legal, foi quando indiquei um prato tradiconal do Bar, no que ela consentiu imediatamente. Felizmente foi servido rapidamente, porém, com um agravante, nunca comemos um camarão tão salgado em nossas vidas.
Eu não consegui comer, afastei o prato. Mas ela, por gentileza total, ou por raiva, comeu tudo.
Bem, depois disso e, depois de ter dado por incerrada a experiência de sair de casa para desabafar com uma amiga o seu problema, ela não aceitou que a levasse em casa, preferiu voltar de ônibus.
Foi ou não foi um dia difícil?
Acho que para ela foi pior.

Abraço fraterno.