segunda-feira, 16 de julho de 2018
Que importância tem agora
Mais uma vez de castigo...
Sem direito de expressão ou declaração.
Apenas de castigo!
Errada, mal interpretada, frase inacabada;
Me expus!
Queria, pedi, mas não podia...
Será que não?
Será que estava tão errada?
Será que não era hora ou não era apropriada?
Que importância tem agora?
Estou de castigo!
Vim embora.
Abraço fraterno.
terça-feira, 19 de junho de 2018
Sempre vivi dentro de ti
Quem será, de fato, a pessoa que tu és?
A ladina, esperta, sorrateira?
Nunca soube, nem de brincadeira, quem de fato és!
Me procuro, em mim mesma;
Sabe-se lá, se não vejo meu espelho,
Tenho sorte, tenho medo.
Não sei ver nem a mim mesma;
Como posso querer ver,
Aquilo que nunca vi.
Desconheço a cor da da tua verdade,
Desconheço o tamanho da minha liberdade;
Pudera, sempre vivi dentro de ti.
Abraço fraterno!
sexta-feira, 11 de maio de 2018
Nunca esqueci
Quando eu aviso, é para ser lembrado!
Não por mim, nem por você, mas por eles...
Não me esqueci não!
Nunca esqueci!
Já andei bastante, viajei também; muito!
Mas por mais que eu procure, por mais que eu busque, quando eu chego não encontro.
Nunca está presente, muito menos ausente, ao contrário, está sempre quente, pulsante, premente na lembrança da gente!
Sim, na nossa lembrança, não sou eu apenas que lembro;
E não é mentira é a mais pura verdade;
Eu sofro!
E tu, morres de saudades...
quinta-feira, 10 de maio de 2018
Mais fácil mesmo é chorar
Quem disse que o tempo resolve tudo,
Quem dera fosse assim!
Por mais que o tempo passe;
Mais saudades eu sinto dentro de mim.
Caminhos, recantos, passeios;
Tudo me faz pensar no quanto sinto falta de me amar.
Se nem eu mesma faço, não adianta esperar o tempo passar.
Mas fácil mesmo é chorar.
Abraço fraterno!
terça-feira, 24 de abril de 2018
Cheiros
Que brincadeira essa, que me faz rir, dar cambalhotas!
Cheiro de pipoca, todinho, bergamota...
Cheiro de criança, dedeira, esperança!!!
Cheiro de mim;
Correria na escada, cabeça rachada, unha quebrada;
Qual nada, nunca tive unhas pintadas;
Joelhos ralados, tênis rasgados, ah isso sim. Muitos!
Parece guri, menino ou menina, não sei, não vi, só cresci;
Mas o cheiro, ah desse nunca esqueci;
Tinha afagos, agrados, abraços apertados;
Muitos beijos, muito carinho;
Tinha cheiro de mãe, desse nunca esqueci.
Abraço Fraterno!
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Nas Obras d'Ele
Pois então...
De tantas coisas que tem acontecido, conjunturas astrais desastrosas;
Me pego consultando o Taro;
Mapas astrais;
Pai, mãe e ancestrais...
Solitária na maior parte do dia,
Nem sempre compreendida nas minhas dissertações
Me agarro nas obras d'Ele, deixadas diariamente nas minhas janelas,
Belas aquarelas de por do sol...
As vezes, acho que se zanga comigo...
Borra a tela, com nuvens carregadas de chuva;
Mas me alegro, afinal posso chorar sem Ele perceber,
Bem ou mal, a obra d'Ele faz tudo renascer.
Quisera eu saber pintar, isso eu não sei;
Mas agradeço todos os dias por saber orar;
Pai, mãe e ancestrais me ensinaram a ser grata;
Observar a obra d'Ele e agradecer a parte que me toca.
Abraço Fraterno!!!
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