Esporte, ação, amor, paixão, poder, ..., tudo.
Futebol resume tudo no seu platel.
Adoro futebol.
Já joguei, lá na minha infância.
Na verdade, fico encantada com este esporte, quando é bem feito, com técinca, com maestria, parece um balé.
Sei que não tem comparação, mas é que estou tentando encontrar uma forma para demonstrar a grandiosidade desse esporte, mas, me deparo com o lado ruim também.
Não concordo com os salários de um jogador de futebol de primeira linha.
E um funileiro de primeira linha, um lixeiro de primeira linha, um professor de primeira linha e tantos outros profissionais que complementam os nossos dias, não merecem um salário igual???
Podemos ficar sem futebol, mas sem um lixeiro, sem um professor, sem um policial, sem tantos outros profissionais, jamais.
Essa inversão de valores me deixa muito triste, respeito demais as outras profissões, os outros profissionais, por isso, o meu grito de RESPEITOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!
Abraço Fraterno.
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Tomates
Calma, é isso mesmo, tomates!
É que gosto muito de tomates e, mesmo morando em apartamento, resolvi plantar em um vaso, sementes de tomates. Não deu outra, passados 5 ou 7 dias, lá estavam eles, ou melhor, os brotos deles aparecendo.
Tinha agora uma nova preocupação: deixar longe do alcance do Bello, meu gato. Afinal, aqueles brotinhos verdes, chamariam demais a atenção dele e, não pediram para serem plantados em um vaso, no meio de uma sala de estar.
Me encantei com os movimento da natureza.
Tudo certo, ao seu tempo, as coisas acontecem.
Me lembrei dos tempos de escola, quando fazíamos aquela experiência de colocar um grão de feijão em um montinho de algodão. Lembram-se?
Aquilo ficou marcado na minha memória, a germinação, e a fábula, também, "Meu pé de feijão".
Pois bem, estou agora com sementes germinadas de tomates.
O que me reporta à fragilidade da vida, do quanto nós humanos, somos frágeis, somos dependentes uns dos outros.
Se não nos amamentarem, se não nos abrigarem morremos em questão de horas. Temos o raciocínio, temos a inteligência, mas não temos a sobrevivência, se não formos assistidos.
Portanto, vou tratar de cuidar dos meus tomates, afinal sou responsável por eles, não posso deixar que meu gato os destruam, porque na verdade, eles não pediram para serem plantados em um vaso, em um apartamento.
A natureza é sábia, mas nós, os humanos, temos o dom de desvirtuar os caminhos naturais em proveito próprio.
Vou cuidar dos meus tomates.
É que gosto muito de tomates e, mesmo morando em apartamento, resolvi plantar em um vaso, sementes de tomates. Não deu outra, passados 5 ou 7 dias, lá estavam eles, ou melhor, os brotos deles aparecendo.
Tinha agora uma nova preocupação: deixar longe do alcance do Bello, meu gato. Afinal, aqueles brotinhos verdes, chamariam demais a atenção dele e, não pediram para serem plantados em um vaso, no meio de uma sala de estar.
Me encantei com os movimento da natureza.
Tudo certo, ao seu tempo, as coisas acontecem.
Me lembrei dos tempos de escola, quando fazíamos aquela experiência de colocar um grão de feijão em um montinho de algodão. Lembram-se?
Aquilo ficou marcado na minha memória, a germinação, e a fábula, também, "Meu pé de feijão".
Pois bem, estou agora com sementes germinadas de tomates.
O que me reporta à fragilidade da vida, do quanto nós humanos, somos frágeis, somos dependentes uns dos outros.
Se não nos amamentarem, se não nos abrigarem morremos em questão de horas. Temos o raciocínio, temos a inteligência, mas não temos a sobrevivência, se não formos assistidos.
Portanto, vou tratar de cuidar dos meus tomates, afinal sou responsável por eles, não posso deixar que meu gato os destruam, porque na verdade, eles não pediram para serem plantados em um vaso, em um apartamento.
A natureza é sábia, mas nós, os humanos, temos o dom de desvirtuar os caminhos naturais em proveito próprio.
Vou cuidar dos meus tomates.
terça-feira, 27 de março de 2012
Foco
-neste sábado, eu estava envolvida com minhas tarefas, no sítio, quando escutei um barulho lá fora, na varanda da minha casa. Identifiquei rapidamente o barulho, era do meu gato Bello, meu peludo de quatro patas.
Só que o barulho, dessa vez, foi diferente. Corri até a varanda e vi a cena dantesca. O Bello estava todo frajola, carregando um beija-flor na boca.
Gritei desesperada, e tal foi o grito, que ele largou o pobre bichinho, todo desasado e, ficou sem entender, afinal ele estava portando um trofeu, caçar um beija-flor tinha sido uma façanha memorável.
Aí que começou meu desespero, o bichinho mal abria os olhos. Tratei de ajustar as peninhas, pelo menos o que era possível, acarinhei e moldei a palma de minha mão, para que ele pudesse ficar o mais confortável possível.
Essa prática durou uns 15 minutos, e eu passei toda a minha energia e o meu desejo de melhoras para aquela ave frágil e linda, em minhas mãos.
O Bello miava de forma diferente, não sei se estava pedindo a caça, que ele tão garbosamente havia me apresentado, ou se estava com ciumes da minha dedicação àquele animalzinho frágil.
Nesse instante o beija-flor se moveu, não sabia se era por medo do miado do Bello, ou se minha energia e desejo de cura estava dando resultado.
Foi aí que abri mais um pouco minha mão e no meio de mais uma oração e pedido de melhoras ele partiu, rápido, como eu jamais pensei que pudesse novamente.
Neste instante compreendi o que é focar, desejar muito.
Senti uma felicidade indescritível, o Bello também, afinal, ele voltou a ser o único. Agora, ele era o foco.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Uma troca
Hoje me surpreendo com as visitas ao meu blog.
Parei muito tempo de escrever aqui, mas sempre gostei da resposta dos meu leitores e amigos seguidores.
As vezes se torna um tanto difícil registrar meus pensamentos e ideias aqui. Mas também, é tão gratificante saber-se desconhecida e, mesmo assim, atrair o interesse de vocês.
É uma troca, uma experiência diária, uma conquista.
Escrevo e tem quem leia. Simples assim.
Isso torna minha incursão virtual muito mais responsável, muito mais necessária para mim, porque existe a troca.
Também o medo de errar, não de pensar ou de pensamentos, mas o medo de conflitos que eu possa gerar.
Quer saber?
Quero mais é que ocorram conflitos, assim, teremos experiências novas, novos pensares, novas consultas ao id, ao ego e a toda forma de pensar e de relacionar-se.
Obrigada a todos que chegaram aqui, no freecotton, sintam-se a vontade.
Abraço fraterno!
Parei muito tempo de escrever aqui, mas sempre gostei da resposta dos meu leitores e amigos seguidores.
As vezes se torna um tanto difícil registrar meus pensamentos e ideias aqui. Mas também, é tão gratificante saber-se desconhecida e, mesmo assim, atrair o interesse de vocês.
É uma troca, uma experiência diária, uma conquista.
Escrevo e tem quem leia. Simples assim.
Isso torna minha incursão virtual muito mais responsável, muito mais necessária para mim, porque existe a troca.
Também o medo de errar, não de pensar ou de pensamentos, mas o medo de conflitos que eu possa gerar.
Quer saber?
Quero mais é que ocorram conflitos, assim, teremos experiências novas, novos pensares, novas consultas ao id, ao ego e a toda forma de pensar e de relacionar-se.
Obrigada a todos que chegaram aqui, no freecotton, sintam-se a vontade.
Abraço fraterno!
quarta-feira, 21 de março de 2012
Escadas
Tantos caminhos, tantas possibilidades!
E quando escolhemos um, colocamos todas as nossas forças naquele. Focamos, escolhemos o foco e damos a partida.
Todo dia, objetivos traçados, objetivos conquistados.
Batalha diária, retornos positivos, alguns negativos, mas a cada dia uma batalha.
Mas num dado momento é preciso parar, alguma coisa acontece e muda tudo.
Pensamentos negativos, escolhas erradas, tumulto à frente.
Um dia começa a recaída.
Começa a destruição, a Torre começa a cair.
As escadas são assim, as vezes subimos, mas, um dia precisamos descer.
Melhor escadas do que corda bamba.
Abraço Fraterno!
E quando escolhemos um, colocamos todas as nossas forças naquele. Focamos, escolhemos o foco e damos a partida.
Todo dia, objetivos traçados, objetivos conquistados.
Batalha diária, retornos positivos, alguns negativos, mas a cada dia uma batalha.
Mas num dado momento é preciso parar, alguma coisa acontece e muda tudo.
Pensamentos negativos, escolhas erradas, tumulto à frente.
Um dia começa a recaída.
Começa a destruição, a Torre começa a cair.
As escadas são assim, as vezes subimos, mas, um dia precisamos descer.
Melhor escadas do que corda bamba.
Abraço Fraterno!
terça-feira, 20 de março de 2012
O Astro Rei.
Olá pessoal!
Ter a propriedade de.
Apropriar-se de.
Propriedade de fato e de direito.
Me farto com o por do sol, o Astro Rei.
Sempre que posso, fico a admirar esta vista.
Sei que mesmo se um dia faltasse a minha visão, teria registrado na memória esta imagem. Isto é meu.
O resto, o resto não sei o que representa, mas o Astro Rei é magnanimo, é superlativo, é o olho do Arquiteto.
Que arquiteto?
O do Universo, do todo.
Quão pequenos sob a visão do todo.
Quão imensos nossos sentidos.
Eu quero;
Eu preciso;
Eu posso.
Basta abrir a janela.
Viva o Astro Rei.
Abraço Fraterno.
Ter a propriedade de.
Apropriar-se de.
Propriedade de fato e de direito.
Me farto com o por do sol, o Astro Rei.
Sempre que posso, fico a admirar esta vista.
Sei que mesmo se um dia faltasse a minha visão, teria registrado na memória esta imagem. Isto é meu.
O resto, o resto não sei o que representa, mas o Astro Rei é magnanimo, é superlativo, é o olho do Arquiteto.
Que arquiteto?
O do Universo, do todo.
Quão pequenos sob a visão do todo.
Quão imensos nossos sentidos.
Eu quero;
Eu preciso;
Eu posso.
Basta abrir a janela.
Viva o Astro Rei.
Abraço Fraterno.
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