terça-feira, 19 de junho de 2018
Sempre vivi dentro de ti
Quem será, de fato, a pessoa que tu és?
A ladina, esperta, sorrateira?
Nunca soube, nem de brincadeira, quem de fato és!
Me procuro, em mim mesma;
Sabe-se lá, se não vejo meu espelho,
Tenho sorte, tenho medo.
Não sei ver nem a mim mesma;
Como posso querer ver,
Aquilo que nunca vi.
Desconheço a cor da da tua verdade,
Desconheço o tamanho da minha liberdade;
Pudera, sempre vivi dentro de ti.
Abraço fraterno!
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