Olá pessoal!
Hoje quero falar do meu mais novo companheiro.
Não foi por acaso que nos encontramos, já vem de um bom tempo que queríamos nos aproximar, mas, as experiências da adolecência nem sempre vingam, apenas nos experenciam. As vezes positivamente, outras vezes nem tanto.
Passada a adolecência nos percebemos mais aptos a fazer uma escolha melhor, mas nem sempre conseguimos acertar. Talvez por que nos impõem, de alguma forma.
Quando estamos no segundo grau então, nossa, os colegas de aula exibem orgulhosos uma lista imensa de novas conquistas.
Mas quando estamos adultos, aí sim, nos tornamos exigentes, sabedores, mais ou menos, de nossos desejos, mas convictos de que, um bom companheiro faz toda a diferença.
Calma, vou revelar o meu mais novo companheiro.
Ele é revelador, adoro o cheiro e a textura dele.
Poderia ser virtual, mas não gosto muito disso não. Gosto de tocar, de manusear, de deixá-lo ao meu alcance, onde, a qualquer momento, ele possa se revelar.
O meu mais novo companheiro é o LIVRO.
Esse, só sairá de perto de mim, se eu emprestar, caso contrário, estará sempre ao meu lado, me renovando os conhecimentos e, me permitindo viajar, junto dele, ou não, para a vida.
Abraço fraterno.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Silêncio
Olá pessoal!
Silêncio.
Tenho refletindo sobre o silêncio.
Tô cheia de dúvidas quanto a isso.
Como falo sempre que tudo é política, ficar em silêncio, sem dúvida, é também um ato político.
Neste blog mesmo, tenho silenciado. Não por opção, mas por condição.
Meu silêncio só não acontece com relação ao Zig.
SapoZigMeiudo, o outro blog que escrevo. Acho que o Zig é a minha face infantil, que não silenciou.
Quase um livro, talvez uma novela, que pretenção...
A verdade é que A Turma do Sapo Zig Meiudo tem sido a minha forma de expressão. No mais é só um silêncio atordoador.
Como dizia meu velho pai, a caminhada pela espiral deve estar me levando, novamente, para aqueles momentos de baixa estima, mas a caminhada continua, não vou parar.
Abraço fraterno.
Silêncio.
Tenho refletindo sobre o silêncio.
Tô cheia de dúvidas quanto a isso.
Como falo sempre que tudo é política, ficar em silêncio, sem dúvida, é também um ato político.
Neste blog mesmo, tenho silenciado. Não por opção, mas por condição.
Meu silêncio só não acontece com relação ao Zig.
SapoZigMeiudo, o outro blog que escrevo. Acho que o Zig é a minha face infantil, que não silenciou.
Quase um livro, talvez uma novela, que pretenção...
A verdade é que A Turma do Sapo Zig Meiudo tem sido a minha forma de expressão. No mais é só um silêncio atordoador.
Como dizia meu velho pai, a caminhada pela espiral deve estar me levando, novamente, para aqueles momentos de baixa estima, mas a caminhada continua, não vou parar.
Abraço fraterno.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Arroz, feijão e massa
Olá pessoal!
Ia falar das mazelas da vida, aquelas coisas de hospital lotado, falta de leitos, lama devastando cidades.
Mazelas, que deixam marcas infinitamente destrutivas.
Pensei , já é quase hora do almoço.
Fiquei em dúvida sobre parar, pois estou com fome, ou continuar o texto do dia.
Mas lembrei que quando vamos ao supermercado com fome, compramos mais do que precisamos e, se falar em tragédias agora, talvez eu aumente mais ainda, somando minha fome com a cadeira desconfortável em que me encontro.
Bem faço o quê?
-Oi mana, não quer almoçar comigo? - arroz, feijão e massa, tem carne também.
(Nem tudo está perdido, família é bom de mais).
-Tô indo.
Abraço fraterno.
Ia falar das mazelas da vida, aquelas coisas de hospital lotado, falta de leitos, lama devastando cidades.
Mazelas, que deixam marcas infinitamente destrutivas.
Pensei , já é quase hora do almoço.
Fiquei em dúvida sobre parar, pois estou com fome, ou continuar o texto do dia.
Mas lembrei que quando vamos ao supermercado com fome, compramos mais do que precisamos e, se falar em tragédias agora, talvez eu aumente mais ainda, somando minha fome com a cadeira desconfortável em que me encontro.
Bem faço o quê?
-Oi mana, não quer almoçar comigo? - arroz, feijão e massa, tem carne também.
(Nem tudo está perdido, família é bom de mais).
-Tô indo.
Abraço fraterno.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Espiral
Olá pessoal!
Lembrando de meu velho pai, que já se foi, percebo o quanto era sábio em suas colocações sobre a vida.
Falávamos, certa vez, sobre experiências por ele já vividas, da ascendência natural de cada um em suas vidas.
Dizia-me ele:
-Pense na vida como uma grande mola, um grande espiral.
Pedi que explicasse melhor.
Ele disse:
-Se seguires tua vida como se estivesse em um grande espiral, vais passar cada estágio sempre em ascenção e, em cada volta que deres, não verás como um cruzamento, basta seguires o caminho natural, as curvas já estarão feitas. Não precisarás escolher à esquerda ou à direita. Não haverá cantos onde se acumularão resíduos, o planeta é redondo não por acaso, mas para o que não ficou resolvido voltar novamente.
Consenti em silêncio e não retruquei, fiquei a pensar.
Talvez ele estivesse certo, não cheguei a discutir a opinião dele, mas por certo, ele foi um homem que andou dentro de um grande espiral.
Que Deus o tenha.
Abraço fraterno.
Lembrando de meu velho pai, que já se foi, percebo o quanto era sábio em suas colocações sobre a vida.
Falávamos, certa vez, sobre experiências por ele já vividas, da ascendência natural de cada um em suas vidas.
Dizia-me ele:
-Pense na vida como uma grande mola, um grande espiral.
Pedi que explicasse melhor.
Ele disse:
-Se seguires tua vida como se estivesse em um grande espiral, vais passar cada estágio sempre em ascenção e, em cada volta que deres, não verás como um cruzamento, basta seguires o caminho natural, as curvas já estarão feitas. Não precisarás escolher à esquerda ou à direita. Não haverá cantos onde se acumularão resíduos, o planeta é redondo não por acaso, mas para o que não ficou resolvido voltar novamente.
Consenti em silêncio e não retruquei, fiquei a pensar.
Talvez ele estivesse certo, não cheguei a discutir a opinião dele, mas por certo, ele foi um homem que andou dentro de um grande espiral.
Que Deus o tenha.
Abraço fraterno.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Revolta do Planeta
Olá pessoal!
Tô com um certo receio das mudanças climáticas e do mundo no todo.
Tô apavorada com os acontecimentos e, ao mesmo tempo, aliviada por não ter posto filhos no mundo.
Catástrofes constantes dão a impressão de revolta do universo.
Nem vou falar em política, por que todos sabemos que por trás disso também tem política.
Penso que, se o planeta está respondendo desta forma, violenta, é por conta das atrocidades praticadas pelos seus habitantes, que não tem educação, que é a base de tudo.
Mas, voltando ao meu receio, fico pensando de que forma ajudar efetivamente, sem me sentir como o pássaro que carrega no seu pequenino bico, uma gota para pagar o incêndio na floresta.
Quero mais, quero mudanças efetivas.
Reciclo meu lixo, controlo o gasto com a água, não jogo lixo e garrafas pet na rua, etecetera.
Mas não temos educação.
Seria utópico falar em educação quando as pessoas não tem habitação, comida, saúde.
Ai, ai, ai, caí no papo de política.
Mas também, que droga, os governos não executam a sua parte, querem só dividir a receita para conchavos, engordando suas contas bancárias, aumentando seu salários e rindo de nós.
Penso que estamos muito próximos do fim.
A revolta dos pequenos, que são em maior número, junto à revolta do planeta, que é infinitamente maior, dará no salve-se quem puder.
A lei da natureza prevalecerá e, somente os fortes sobreviverão.
Utópico?
Penso que não.
Abraço fraterno.
Tô com um certo receio das mudanças climáticas e do mundo no todo.
Tô apavorada com os acontecimentos e, ao mesmo tempo, aliviada por não ter posto filhos no mundo.
Catástrofes constantes dão a impressão de revolta do universo.
Nem vou falar em política, por que todos sabemos que por trás disso também tem política.
Penso que, se o planeta está respondendo desta forma, violenta, é por conta das atrocidades praticadas pelos seus habitantes, que não tem educação, que é a base de tudo.
Mas, voltando ao meu receio, fico pensando de que forma ajudar efetivamente, sem me sentir como o pássaro que carrega no seu pequenino bico, uma gota para pagar o incêndio na floresta.
Quero mais, quero mudanças efetivas.
Reciclo meu lixo, controlo o gasto com a água, não jogo lixo e garrafas pet na rua, etecetera.
Mas não temos educação.
Seria utópico falar em educação quando as pessoas não tem habitação, comida, saúde.
Ai, ai, ai, caí no papo de política.
Mas também, que droga, os governos não executam a sua parte, querem só dividir a receita para conchavos, engordando suas contas bancárias, aumentando seu salários e rindo de nós.
Penso que estamos muito próximos do fim.
A revolta dos pequenos, que são em maior número, junto à revolta do planeta, que é infinitamente maior, dará no salve-se quem puder.
A lei da natureza prevalecerá e, somente os fortes sobreviverão.
Utópico?
Penso que não.
Abraço fraterno.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Frustração
Olá pessoal!
Como sabem, pelo menos os que me seguem, decidi viver cada dia por vez; cada dia será como o último, com moderações é calro.
Ontem, infelizmente, me frustrei por não ter conseguido ajudar uma amiga.
Enquanto estava com ela, em um Barzinho tradicional de Porto Alegre, me vi impotente e incompetente como amiga.
Escutei seu desabafo atentamente, as vezes interferia, mas logo me calava, pois como disse não soube responder à altura daquele momento doloroso relatado por ela.
Para piorar esqueci meus óculos, o que fez de mim uma pessoa deficiente e, com muita dificuldade de olhar bem para os olhos dela, pois sem meus óculos ela era um grande borrão à minha frente.
Escutá-la também estava muito difícil, era um assunto um tanto particular, mas o som do telão combinado ao de todas as pessoas que estavam a nossa volta, exigia um certo timbre exagerado de voz, um verdadeiro horror e uma certa exposição.
Percebi que não estava legal, foi quando indiquei um prato tradiconal do Bar, no que ela consentiu imediatamente. Felizmente foi servido rapidamente, porém, com um agravante, nunca comemos um camarão tão salgado em nossas vidas.
Eu não consegui comer, afastei o prato. Mas ela, por gentileza total, ou por raiva, comeu tudo.
Bem, depois disso e, depois de ter dado por incerrada a experiência de sair de casa para desabafar com uma amiga o seu problema, ela não aceitou que a levasse em casa, preferiu voltar de ônibus.
Foi ou não foi um dia difícil?
Acho que para ela foi pior.
Abraço fraterno.
Como sabem, pelo menos os que me seguem, decidi viver cada dia por vez; cada dia será como o último, com moderações é calro.
Ontem, infelizmente, me frustrei por não ter conseguido ajudar uma amiga.
Enquanto estava com ela, em um Barzinho tradicional de Porto Alegre, me vi impotente e incompetente como amiga.
Escutei seu desabafo atentamente, as vezes interferia, mas logo me calava, pois como disse não soube responder à altura daquele momento doloroso relatado por ela.
Para piorar esqueci meus óculos, o que fez de mim uma pessoa deficiente e, com muita dificuldade de olhar bem para os olhos dela, pois sem meus óculos ela era um grande borrão à minha frente.
Escutá-la também estava muito difícil, era um assunto um tanto particular, mas o som do telão combinado ao de todas as pessoas que estavam a nossa volta, exigia um certo timbre exagerado de voz, um verdadeiro horror e uma certa exposição.
Percebi que não estava legal, foi quando indiquei um prato tradiconal do Bar, no que ela consentiu imediatamente. Felizmente foi servido rapidamente, porém, com um agravante, nunca comemos um camarão tão salgado em nossas vidas.
Eu não consegui comer, afastei o prato. Mas ela, por gentileza total, ou por raiva, comeu tudo.
Bem, depois disso e, depois de ter dado por incerrada a experiência de sair de casa para desabafar com uma amiga o seu problema, ela não aceitou que a levasse em casa, preferiu voltar de ônibus.
Foi ou não foi um dia difícil?
Acho que para ela foi pior.
Abraço fraterno.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Jogo de cintura
Olá pessoal!
Claro que conheço alguns jogos, principalmente o tabuleiro político, que me chama muito a atenção, mas, o tal "jogo de cintura", ah esse eu nunca soube dominar, muito menos entender.
Lembrei-me do meu velho pai, quando dizia que eu não tinha "jogo de cintura".
Pois bem, agora, já passados muitos anos que meu pai se foi, resolvi entender melhor este tal jogo.
Observando os movimentos, um tanto políticos das pessoas, entendi que os detentores de um bom "jogo de cintura", nada mais fazem do que tirarem proveito das situações, administrando seus interesses.
Como já dizia o saudoso político Leonoel Brizola, tudo são "interésses".
As pessoas que se dão bem, são aquelas que tem um bom "jogo de cintura". São aquelas que fazem de seus interesses o foco de tudo.
O pior é que passei minha vida inteirinha achando que, usando o bambole saberia ter "jogo de cintura".
Ah, "bambole".
Brincadeira de criança, como é bom, como é bom.
Abraço fraterno.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Sobre mulheres
Olá pessoal!
Quero falar, hoje, sobre mulheres.
Falar da emoção que senti e, venho sentindo, em relação ao potencial feminino.
Que século maravilhoso e marcante estamos vivendo.
Totalmente apartidária, tenho presenciado o crescente potencial das mulheres.
O dia da posse da presidente Dilma Rousseff me fez vibrar com uma intensidade absurda. As imagens registradas na minha mente jamais serão apagadas, assim espero.
Isso me da um conforto tão grande, mas tão grande que chego a pensar na possibilidade de termos uma presidente do Senado.
Sei que é muito cedo para sonhar com isso, mas não é impossível.
Já é público e notório, talvez até científico, isso não posso afirmar, que as mulheres são mais difíceis de serem dadas à corrupção. Já imaginaram uma mulher à frente do Senado, como presidente?
Bem, não vou perder tempo imaginando, agora é tempo de partilhar deste momento histórico brasileiro. Temos uma mulher Presidente da República.
Que tenha saúde e discernimento para conduzir este país continental, onde tudo é possível.
Estou muito feliz por te-la na presidência do nosso país.
Abraço Fraterno.
Quero falar, hoje, sobre mulheres.
Falar da emoção que senti e, venho sentindo, em relação ao potencial feminino.
Que século maravilhoso e marcante estamos vivendo.
Totalmente apartidária, tenho presenciado o crescente potencial das mulheres.
O dia da posse da presidente Dilma Rousseff me fez vibrar com uma intensidade absurda. As imagens registradas na minha mente jamais serão apagadas, assim espero.
Isso me da um conforto tão grande, mas tão grande que chego a pensar na possibilidade de termos uma presidente do Senado.
Sei que é muito cedo para sonhar com isso, mas não é impossível.
Já é público e notório, talvez até científico, isso não posso afirmar, que as mulheres são mais difíceis de serem dadas à corrupção. Já imaginaram uma mulher à frente do Senado, como presidente?
Bem, não vou perder tempo imaginando, agora é tempo de partilhar deste momento histórico brasileiro. Temos uma mulher Presidente da República.
Que tenha saúde e discernimento para conduzir este país continental, onde tudo é possível.
Estou muito feliz por te-la na presidência do nosso país.
Abraço Fraterno.
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